Comparativo

Igreja Pro vs Amosh: secretaria, tesouraria e preço

Amosh e Igreja Pro disputam a mesma dor: sair da planilha de membros e dízimo. Os dois são sistemas de gestão para igrejas no Brasil, com secretaria e tesouraria na nuvem e checkout que a igreja consegue fazer sozinha. A decisão rara é “qual tem mais botão”. A decisão real é ciclo de preço, multi-campus, login por pessoa e o que você aceita não ter — no Igreja Pro, hoje, não há app do membro.

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Pesquisa de referência: 2026-08-31. Preços e features de terceiros podem mudar — confira no site de cada um antes de decidir.

CritérioIgreja ProAmosh
Foco do produtoSecretaria, tesouraria, ministérios, multi-campus SaaSSecretaria, tesouraria e patrimônio (all-in no site)
Preço mensal (entrada)Essencial R$ 99/mês; semestral eq. R$ 49,90; anual eq. R$ 44,90A partir de R$ 49,90/mês (site público, agosto/2026)
Ciclos de cobrançaMensal, semestral (−10%) e anual (−18%), PIX ou cartãoMensal; semestral −10% e anual −15% no material público
Limite de membros150 / 500 / ilimitado conforme o planoNão destacado como faixa de membresia no posicionamento
Multi-congregação / campusSim nos planos Crescimento e Catedral, no mesmo tenantNão destacado como multi-campus no site
Self-serve + pagamentoSignup + checkout online (PIX/cartão), sem demo obrigatóriaCheckout self-serve com teste de 7 dias (site)
App do membroNão (hoje)Não é o carro-chefe público (foco admin)
Patrimônio / inventárioCrescimento e CatedralIncluído no posicionamento all-in

O que cada um se propõe a ser

Amosh se apresenta como sistema completo de secretaria, tesouraria e patrimônio, com mensalidade de entrada mais baixa no site. O Igreja Pro se apresenta como SaaS de gestão administrativa para a operação da semana: cadastro de membros e visitantes, lançamentos de dízimo e despesa, ministérios, agenda, certificados, relatórios e, nos planos do meio e de cima, várias congregações no mesmo tenant.

Os dois tentam substituir o Excel compartilhado e a senha única no computador da secretaria. Nenhum dos dois, no material público que usamos para esta página, compete de frente com inChurch ou Atos6 no eixo “app white-label + células + WhatsApp em massa”. Se a compra da igreja é “preciso de aplicativo do membro”, nem Amosh nem Igreja Pro deveriam ser a primeira aba — e o Igreja Pro declara isso com clareza: não há app do membro hoje.

A comparação só é justa quando a igreja lista cinco tarefas da semana (cadastrar membro, lançar o culto, dizer o saldo, ver aniversariantes, saber quem serve no domingo) e testa exatamente essas tarefas. Catálogo com dezenas de módulos impressiona na demonstração e some na terça-feira se a secretária não abre o sistema.

Módulos: o que a secretaria e a tesouraria usam

No Igreja Pro o núcleo é o que o produto realmente entrega no painel: membros com status, visitantes em lista própria, aniversariantes do mês, lançamentos de dízimo, oferta, doação e despesa com data e observação, ministérios com pessoas vinculadas, agenda de cultos e eventos, certificados para impressão e um dashboard com contagens e saldo. Patrimônio (descrição, valor, local, condição) entra no Crescimento e no Catedral. Equipe com logins adicionais também.

O que o Igreja Pro não promete neste comparativo: app do membro, portal para o irmão baixar certificado, WhatsApp automático, células avançadas, escalas com confirmação do voluntário, conciliação bancária automática nem exportação PDF/Excel. Se o tesoureiro precisa de um arquivo para o contador a cada mês, hoje ele monta o resumo em cima dos números do painel — o sistema não gera o DRE.

O Amosh, no posicionamento público, junta secretaria, tesouraria e patrimônio no pacote de entrada. Isso é vantagem para igreja de um templo só que quer inventário sem subir de plano. Não encontramos, no material que consultamos, um discurso equivalente ao multi-campus do Igreja Pro (várias congregações isoladas, mesma organização, planos Crescimento e Catedral). Se a sua rede já tem filial, peça para os dois fornecedores um ambiente de teste com duas congregações e tente misturar o dízimo — o software bom impede o erro; o software ruim deixa a planilha “geral” voltar pela porta dos fundos.

Ministérios e agenda no Igreja Pro organizam quem serve e o que acontece na semana. Não substituem um produto de escala de louvor com confirmação em um toque. Se o maior problema da igreja é furo de voluntário no WhatsApp, nenhum dos dois deveria ser vendido como milagre de voluntariado. Se o maior problema é “quem é membro e quanto entrou no domingo”, os dois estão no jogo certo.

Preço e ciclos: compare maçã com maçã

O mensal cheio do Amosh, no site público em agosto de 2026, aparece a partir de R$ 49,90. O mensal cheio do Igreja Pro Essencial é R$ 99. Nessa linha, o Amosh ganha no cartão de crédito mês a mês. O Igreja Pro empata ou ganha quando a igreja aceita ciclo maior: o Essencial semestral equivale a R$ 49,90/mês (R$ 299,40 no semestre) e o anual a R$ 44,90/mês (R$ 538,80 no ano). Há ainda Crescimento (R$ 149 / eq. R$ 89 semestral / eq. R$ 79 anual, até 500 membros, multi-congregação e patrimônio) e Catedral (R$ 249 / eq. R$ 179 / eq. R$ 159, membros ilimitados).

Quem olha só o “a partir de” do concorrente e o mensal do Igreja Pro está comparando o preço de entrada deles com o preço cheio nosso. Peça sempre: valor do mês, valor do semestre, valor do ano, o que entra em cada faixa e o teto de membros. O Amosh publica desconto semestral de cerca de 10% e anual de cerca de 15% no material que vimos; o Igreja Pro publica −10% e −18% nos cards de /planos.

Nenhum dos dois deve ser escolhido só porque “cabe no PIX deste mês”. Tesouraria que troca de sistema a cada trimestre perde a série histórica e a confiança do conselho. Assine o ciclo que a igreja consegue honrar sem improvisar no envelope. Cancele quando quiser: no Igreja Pro não há multa de fidelidade; o acesso segue até o fim do período já pago.

Self-serve, implantação e login por pessoa

Igreja de 80 a 400 membros quase nunca precisa de um projeto de implantação de três meses. Precisa criar a conta, cadastrar a congregação, convidar o tesoureiro com e-mail próprio e lançar o culto de domingo. O Igreja Pro foi desenhado para esse rito: signup, checkout com PIX ou cartão, operação no mesmo dia. O Amosh também oferece self-serve e, no site, teste de sete dias — vantagem se a liderança só assina depois de “ver a tela”.

O que nenhum teste de sete dias substitui: a limpeza da base. Migrar lixo do Excel para qualquer sistema só digitaliza o caos. Ativos primeiro, visitantes separados, financeiro do mês corrente, ministérios que realmente servem agora. Há um roteiro em /blog/migrar-excel-sistema-igreja-7-dias e o checklist em /blog/checklist-onboarding-igreja-pro.

Login por pessoa não é detalhe de TI. Senha única no grupo da liderança é risco pastoral (quem alterou o cadastro?) e de LGPD (dados de membros e de dízimo). Os dois produtos só valem a pena se a secretária e o tesoureiro entram com contas diferentes. No Igreja Pro isso faz parte da operação multi-tenant; papéis sugeridos estão em /blog/quem-deve-ter-login-secretaria.

O que o Igreja Pro não tem (e não deveria esconder)

Não há aplicativo do membro. Não há site white-label. Não há disparo automático de WhatsApp para a membresia. Não há módulo de células com discipulado. Não há conciliação com o extrato do banco. Não há botão de exportar PDF ou Excel. Quem precisa dessas peças está olhando para outro andar do mercado — inChurch, Atos6, BeChurch, Religio no eixo financeiro multi-sede com export. Esta página não tenta ganhar essa briga com uma checklist mentirosa.

O que o Igreja Pro tem de propósito é a operação da secretaria e da tesouraria com preço legível, multi-usuário e, a partir do Crescimento, multi-campus. Se a sua igreja é uma congregação só, o Amosh pode ser suficiente e mais barato no mensal. Se a sua igreja já pensa em filial, ou quer crescer de plano sem trocar de fornecedor quando passar de 150 membros, o recorte do Igreja Pro fica mais nítido.

Há também uma versão desktop irmã no ecossistema Gestão Bem, para quem ainda opera fora da nuvem em algum ponto da semana. O Amosh, no recorte público, é produto de nuvem. Igreja que precisa de um computador da secretaria funcionando sem internet estável deve testar o cenário offline antes de assinar qualquer SaaS — inclusive o nosso.

Como decidir em meia hora com a equipe

Sente secretaria, tesouraria e um pastor. Escrevam as cinco tarefas da semana. Abram o guia em /sistema-de-gestao-para-igrejas e esta tabela. Marquem o que é obrigatório hoje (não o que seria “legal ter” no retiro de líderes). Se app do membro estiver na lista obrigatória, parem esta comparação. Se multi-campus estiver, peçam evidência nos dois produtos. Se preço mensal for o único critério, o Amosh tende a ganhar. Se ciclo anual + multi-usuário + filial no mesmo login for o pacote, o Igreja Pro tende a ganhar.

Confiram os sites no dia da assinatura: preço de terceiro muda, promoção muda, módulo muda. A data no rodapé desta página é a da pesquisa. Depois da escolha, o trabalho de verdade é ritual: lançar o culto no domingo, conferir aniversariantes na segunda, olhar o saldo antes da reunião de conselho. Software que não entra nesse ritual vira fatura. Software que entra substitui a planilha.

Quando escolher o Igreja Pro

  • Você precisa de multi-igreja ou multi-campus no mesmo tenant, com financeiro separado por congregação.
  • Prefere planos por porte (150 / 500 / ilimitado) e desconto claro no semestral e no anual.
  • Quer self-serve com PIX no mesmo dia e login por pessoa na secretaria e na tesouraria.

Quando o Amosh pode fazer mais sentido

  • A prioridade é o menor mensal público com secretaria + tesouraria + patrimônio no mesmo pacote.
  • Não precisa de multi-campus agora e quer o teste grátis curto descrito no site deles.
  • A congregação é uma só e o critério de compra é preço de entrada, não ciclo anual.

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